quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Nossa nada mole vida

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Nenhuma descrição é suficiente, apenas vejam (e sofram) junto com o seu dupla.







Das coisas que não entendo: buquê de flores

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Tá, tem muita coisa estranha por esse mundo afora e eu não entendo a maioria delas, mas essa é especial. Calma, segurem as pedras por enquanto e vamos lá para o meu ponto de vista torto da história.
Você, mulher linda e bem resolvida, romântica e prestes e se casar com o homem da sua vida leu esse título e pensou “WHATAHELL?!?” (e você que tá encalhada também, que eu sei). Sim, não entendo o significado do buquê/bouquet de flores. Tanto não entendo que não sei nem qual das duas formas de escrita está correta (pela googlada que eu dei parece que ambas estão corretas, mas vai que…).  Quer dizer, entendo sim, rosas são românticas, simbolizam a paixão e blábláblá Whiskas Sachê, aí o cara querendo agradar leva um caminhão de flores e deixa a garota morrer soterrada debaixo de tanto mato. Sim, porque juntou um bando de planta pra mim virou mato. Tá, eu não sou romântica e talvez nunca tenha encontrado alguém que me faça acreditar nisso, mas qual o intuito de encher a pobre da garota com um chumaço de mato com um cheiro estranho embrulhado naquele papel barulhento? Tá querendo dizer o quê? Que ela precisa beber água senão vai murchar? “Não! Ele quer dizer que a minha beleza não se compara à de todas as flores do mundo! S2″. Avá! E você acredita mesmo nisso? Tsc, tsc, tsc.

Sabe no que eu vejo sentido? Em uma flor. Uma rosa, uma orquídia, um girassol. Uma flor, aquela escolhida com todo cuidado, assim como ele fez com você. A única, the only one, nisso sim eu acredito. Vai lá, Brasil, agora tá liberado, podem tacar as pedras, sou um caso perdido mesmo (rs).

No fim, em fim

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Hoje acordei e me vi em fim. Fim de trajeto, fim de história. Finalmente entendi que essa jornada cega só tem algum sentido quando guiada pelo coração. Vi que sou capaz de aprender até mesmo com quem recusa-se a ensinar. Percebi que cada cicatriz é, na verdade, uma linha a mais no meu livro da vida. Não ando mais vertendo lágrimas, mas se tiver que chorar, será sem vergonha do que sinto. E que todas as dificuldades sejam encaradas como um amigo contando uma história. Enchi minha mochila só com os melhores sentimentos e parti. Me vi em fim e finalmente pude fazer o que mais gosto: recomeçar.