Do eterno cárcere toda alma há de cansar e dos grilhões e espinhos que rasgam impiedosamente hei de recusar. Das barreiras perante o impossível o medo se rende, covarde. Por um passo no escuro e outros dados à clara imensidão do dia. Pelo que foi deixado no meio do caminho - que caminho? Percorrendo estradas sem direção rumo ao desconhecido. Um passo pelo seu suor, um sorriso por uma lágrima, o nada pelo seu sangue até você cair, chorar e se render. Um troféu pelas tuas derrotas, uma comemoração pelo teu fim.
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domingo, 29 de agosto de 2010
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