Um dia você acorda e vê a vida um pouco mais triste, o dia mais cinza, um céu sem cor. E tudo aquilo que você sempre defendeu, parece pequeno e não valer mais do que toda a fortuna de um ilustre mendigo. Você respira, mas ao invés de ar, sente seu peito encher de lamento. É como se num estalo a vida largasse a aquarela e pintasse seus sentimentos de sépia. O grito continua abafado, o abraço, aqui guardado. Não há futuro nesse enredo, somente um fim onde não deveria ter um começo.
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
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